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§ Fundo de funil · anatomia do piloto

Piloto assistido de 30 dias: o que esperar, semana a semana

um ponto, sem caixa-preta — o que a equipe faz, o que você traz e o que sai medido no fim


Quase toda página nossa termina no mesmo lugar: um piloto assistido de 30 dias. Faz sentido explicar exatamente o que isso é — sem caixa-preta. Não é um rollout, não é self-serve e não é uma promessa de resultado. É um teste controlado, num ponto só, para você decidir com dado real do seu ponto.

O que é — e o que não é

  • É: um ponto público seu, no ar por 30 dias, com a equipe configurando junto e acompanhando os números.
  • Não é: uma implantação da sua rede inteira, nem um teste que você toca sozinho, nem uma garantia de que vai fechar. Se não fechar no seu ponto, isso também é um resultado — e você descobre barato.

O que você traz

O escopo é enxuto de propósito: 1 ponto, 1 hotspot, com 2 a 4 planos de acesso. Você traz:

  • Um ponto público real, com movimento — praça, comércio parceiro, portaria, evento. O piloto mede demanda real; um ponto morto não testa nada.
  • Sua base de rede — o AcheiWiFi roda sobre UniFi (base homologada, não substituímos a sua infra).
  • Acesso ao seu ERP — para ligar a cortesia-assinante à adimplência, hoje via IXC.

Semana a semana

SemanaFocoA equipe fazVocê faz
1SetupSobe o portal com PIX e integra o ERP. Define PIX, Cortesia ou HíbridoLibera o ponto e o acesso ao IXC
2OtimizaçãoAjusta copy, CTA e o plano recomendado. Revisa gargalos de tempoObserva em campo e reporta
3EstabilizaçãoTrata incidentes e padroniza a configuração para replicarAcompanha a operação no dia a dia
4DecisãoFecha o relatório de uma página com os KPIsDecide go / no-go sobre escalar

O que é medido

Nada de vaidade. O piloto acompanha o que decide a conta:

  • Vendas por PIX e ticket por acesso — quem não é seu cliente pagando pelo acesso.
  • Cortesias-assinante usadas — assinantes em dia entrando sem pagar, validados ao vivo no ERP.
  • Custo × receita no ponto — quanto o ponto gera sobre o custo da assinatura.

Um número real — com a ressalva honesta

Para dar ordem de grandeza, e deixando claro que é o nosso ponto, não uma projeção do seu. No piloto instrumentado que rodamos — um ponto, ~2 semanas, bem menos que os 30 dias —, 9 pessoas pagaram, somando 10 vendas por PIX. O ticket ficou entre R$ 5 e R$ 35, e 7 assinantes entraram por cortesia.

É prova de conceito de que o mecanismo funciona na rua — ainda não é escala, e não é uma meta que o seu ponto vá repetir.

Quanto custa dizer sim

Transparência no fundo do funil, que é onde ela mais importa:

  • O preço do ponto é público. O tier Provedor (ISP) é R$ 390 por hotspot/mês (preço seed) — é o valor recorrente que o piloto referencia, não uma cobrança escondida. O que se define com a equipe não é preço: é a configuração (PIX, Cortesia ou Híbrido) e o escopo, porque é assistido, não self-serve.
  • No fim dos 30 dias, nada dispara sozinho. Você recebe um relatório de uma página com os KPIs e uma reunião de resultado. A decisão de seguir para um contrato recorrente é sua — sem auto-escala, sem auto-cobrança, sem amarra de fidelidade.

O que conta como sucesso

Sucesso no piloto não é bater um número nosso. É você terminar os 30 dias com uma resposta honesta para uma pergunta simples: no seu ponto, com o seu movimento, isso fecha a conta? Se fechar, você escala com dado. Se não fechar, economizou o custo de descobrir do jeito caro. Os dois desfechos valem.

Como começar

Um ponto, 30 dias, a equipe junto. No fim, a decisão de escalar é sua — com número na mão, não com slide.

Quero o piloto assistido (30 dias)